Todos os concursos relacionados às carreiras militares requerem teste de atividade física. Portanto, não há como escapar do temido TAF, que na verdade só tem o objetivo de averiguar sua capacidade física. 

O problema é que precisamos de um pouco mais de exercícios além do futebol de final de semana para a aprovação acontecer.

Da mesma forma, os militares, sejam em cargos baixos ou elevados, precisam ter conhecimentos importantes para o dia a dia da profissão. Ou seja, usar o cérebro e saber o que está acontecendo ao seu redor é vital.

Então, focar totalmente nos exercícios físicos não vai trazer a tão sonhada aprovação, da mesma forma que só desenvolver o cérebro não é suficiente: é preciso haver integração.

Antes de apresentarmos as dicas, tenha em mente que, ao todo, é necessário no mínimo 1 ano de preparo para conquistar uma vaga nesse ramo. Ou seja, se chegou até este conteúdo em uma data próxima à prova, é provável que já seja tarde demais.

Dito isso, vamos às dicas!

1. Conheça os seus limites

O primeiro passo para conseguir avanços reais em qualquer área é saber quais são seus limites. Querendo ou não, todos nós temos barreiras que, por causa da prática, podem ser extrapoladas — mas sempre surge um novo limite.

Um suplemento que ajuda a quebrar barreiras é a Coenzima Q10, por causa de sua atuação na síntese de ATP. 

Aqui vale notar que, neste exato momento, você tem dois limites: um físico e outro de conceitos. É provável que sua condição atual te impeça de passar direto em um concurso militar — e isso é normal.

No entanto, você deve investigar o porquê disso. Em qual parte do TAF você reprovaria? E quanto aos conceitos cobrados na prova, quais não estão claros o suficiente? Essas e outras perguntas são muito relevantes para sua aprovação.

Nos próximos tópicos ficará claro a razão de estudar seus próprios limites.

2. Elabore um programa de atividade física

Um exame de atividade física padrão é constituído dos seguintes itens:

  • Corrida de 100 metros;
  • Corrida de tempo fixo (geralmente 12 minutos);
  • Distância de salto quando estático;
  • Flexão de peito;
  • Flexão em barra fixa;
  • Abdominal remador com tempo fixo (costuma ser 60 segundos); e
  • Teste de natação.

Em resumo, os militares estão interessados nos candidatos que já possuem uma aptidão física acima da média da população. Aliás, é importante ser um atleta completo, unindo explosão e resistência muscular.

Seu programa de atividade física deve estar adequado aos seus limites atuais, com início nos exercícios de resistência e evoluindo para os de explosão.

Por exemplo, se você está sedentário, vale iniciar sua preparação pela corrida de tempo fixo. Assim, ela vai ajudar a fortalecer seu coração e pulmões, além de eliminar um eventual sobrepeso.

Após dominar a corrida, ou seja, depois que conseguir uma resistência física aceitável, alterne entre treinos de tiro de 100 metros e corrida de resistência. 

3. Estabeleça uma ordem de estudos para a prova

O conteúdo das provas abrange todos os tópicos abordados durante a escola, desde o primário até o terceiro grau. Portanto, estamos falando de uma quantidade imensa de material que precisa ser organizado, estudado e compreendido — não apenas decorado.

Aliás, tenha em mente que um bom militar precisa de um ótimo raciocínio lógico, e isso vai refletir tanto na prova escrita quanto na psicológica.

Uma dica poderosa para ir bem na prova escrita é revisar todo o conteúdo de base. Ou seja, antes de ir para a geometria, tenha certeza de que domina a álgebra básica (soma, subtração, divisão, etc.) muito bem.

O conhecimento humano é estabelecido de forma lógica, sendo assim, ele parte do simples e migra para o complexo. Não adianta tentar pular etapas durante o aprendizado.

Quanto ao conteúdo, que pode ser maçante e chato de estudar (vamos falar a verdade, ok?), procure desenvolver um senso de curiosidade por ele. Então, ao invés de estudar para passar no concurso, estude para aprender, de fato, a matéria.

Além disso, use mais de uma fonte para o mesmo tópico, dando preferência àquelas que instigam o aprendizado.

4. Dose o téorico com o prático

Agora vamos falar de uma estratégia que todo mundo conhece, mas quase ninguém aplica: o poder dos pouquinhos!

Se você fizer um pouquinho de exercício por dia, no longo prazo vai se tornar um atleta. Da mesma forma, estudar um pouquinho de maneira consistente vai tornar você um especialista na área.

A sacada que queremos apresentar é: faça um pouquinho de atividade física todos os dias, da mesma forma que também estuda um pouquinho diariamente. Isso é ainda mais interessante para quem precisa trabalhar e estudar.

5. Faça revisões e simulados

Por fim, nosso cérebro – assim como nosso corpo faz com a massa muscular – tende a jogar fora todos os conhecimentos acumulados, caso estes não sejam exercitados. 

Portanto, realizar revisões periódicas e simulados é muito válido. Na parte física, tire um dia de treino para simular a prova do TAF real. Você pode até aproveitar uma área poliesportiva para isso.

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